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dc.contributor.advisorCOSTA, Joana D`arc
dc.contributor.authorSANTOS, Josefa Érica dos
dc.contributor.authorSANTOS, Lucas de Lima
dc.contributor.authorSANTOS, Marcela de Almeida B.
dc.date.accessioned2022-11-09T13:22:17Z
dc.date.available2022-11-09T13:22:17Z
dc.date.issued2006pt_BR
dc.identifier.urihttps://openrit.grupotiradentes.com/xmlui/handle/set/5662
dc.description.abstractO presente trabalho tem finalidade de mostrar como ocorre o conhecimento e como eram considerados os surdos no século XV até o séc. XVIII. Sabe-se que desde o séc. XV os deficientes eram tratados como pessoas não educáveis, seres diferentes, que não podiam conviver em sociedade. Mas com passar dos séculos foram desenvolvidas diversas teorias visando tornar o processo de ensino/aprendizagem dos portadores de deficiência auditiva mais eficiente, com a fundação de várias escolas, e assim anuncia como uma nova era para as pessoas de necessidades educativas. E aponta os aspectos qualitativos, da educação dos surdos como evoluíram em termos metodológicos, utilizando o uso de ambas as formas de comunicação como o Oralismo e o Bilingüismo que atualmente é o método mais utilizado, e a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), que começam ganhar força no país no dia 24 de Abril de 2002, com a promulgação da Lei nº10.432/2002. O processo de aquisição da linguagem por estes indivíduos irá depender de dois fatores primordiais: A idade em que a criança sofre a perda auditiva e o grau dessa perda e avaliação em (d-B) decibéis. Quanto for mais cedo a perda auditiva e o grau mais elevado, a criança terá maior dificuldade na aprendizagem. Além disso, apesar dos diferentes opiniões que dividem as metodologias de ensino há que se fazer valer os direitos dos possuidores de deficiência auditiva. Este deve ter acesso a escola para pessoas dita “normal” e receber o mesmo tratamento. Sabe-se, no entanto, que o deficiente auditivo sofre muito preconceito e, por diversas vezes procura o isolamento, em razão de não conseguir efetuar comunicação com seus colegas e professores. A inclusão de pessoas portadoras de tal deficiência no mercado de trabalho requer que estas tenham acesso ao ensino normal e que sejam aceitas na sociedade e pelas habilidades que possuem. O uso de sinais assim como construir seu conhecimento e alcançou níveis de linguagem comparáveis a de crianças ouvintes, podendo expressar-se sobre coisas que observava falar da sua vivência e emoções.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDeficiência auditivapt_BR
dc.subjectComunicaçãopt_BR
dc.subjectAprendizagempt_BR
dc.subjectPreconceitopt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.titleUm grito sem eco: A Língua de Sinais no contexto escolar.pt_BR
dc.typeProdução técnica: Relatório de pesquisapt_BR
dc.description.localpubAracajupt_BR


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