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A FAMÍLIA E A ECONOMIA FAMILIAR EM DIFERENTES CONTEXTOS SOCIAIS

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dc.contributor.author TOMAZ, Cícero José
dc.contributor.author OLIVEIRA JUNIOR, Cícero ´Moraes de
dc.date.accessioned 2018-12-03T13:37:31Z
dc.date.available 2018-12-03T13:37:31Z
dc.date.issued 2018-12-03
dc.identifier.uri http://openrit.grupotiradentes.com:8080/xmlui/handle/set/2114
dc.description.abstract Este trabalho objetiva analisar, através da economia familiar, as características socioeconômicas e comportamentais dos indivíduos que interferem em suas práticas de consumo. Para a análise foram incluídas considerações oriundas de estudos no cotidiano rural e urbano que revelaram como essas relações são expressas em diferentes contextos históricos e culturais no orçamento familiar e nas práticas de consumo, assim como elementos relativos às relações de gênero, dispositivos de poder, trabalho, opressão e visões de mundo que sinalizam possibilidades de compreensão da contemporaneidade, ao demonstrar, ou permitir inferir, persistências históricas, relativas a presença dos indivíduos, em uma sociedade organizada a partir do modo de capitalista, que se de um lado, se apropriou progressivamente da organização da vida, por outro, não conseguiu diluir por completo formas de responder as necessidades do cotidiano. O estudo se baseia em teorias antropológicas, sociológicas, demográficas e psicológicas onde famílias atuam em cenários diversos, desde a submissão aos detentores da terra até a ascensão econômica de indivíduos originalmente pobres que em meio a mudanças e permanências, sinalizam o surgimento do debate sobre uma “nova classe social”. Palavras chave: consumo, cultura, comércio, família, classes, capital. Pensar a engrenagem das trocas e de criação dos mercados, ainda que resguardada as variações nos diferentes períodos e contextos , pode Do ponto de vista de estudiosos e pesquisadores, ser sintetizada através da compreensão de como se caracterizou o movimento desta “engrenagem”, através das relações de consumo e as trocas nos diferentes grupos, uma vez que o consumo seja de bens essenciais ou supérfluos se apresenta como algo inerente ao comportamento do 1 Psicólogo, Mestre em Consumo e Desenvolvimento Social – Professor da UNIT- PE ² Acadêmico do Curso de Psicologia da UNIT – PE indivíduo desde épocas antigas. Nas comunidades primitivas onde a terra era essencial à vida, associada às atividades agrícolas, do pastoreio, da caça e da pesca os indivíduos já traziam consigo necessidades específicas de consumir além daquilo que produziam, ou de forma complementar a sua produção, surgindo então um sistema de trocas de objetos entre membros de um mesmo grupo ou de grupos diferentes ocasionando a partir daí o que poderia ser considerada uma maneira de se adquirir coisas, uma forma inicial de comércio que se desenvolvendo progressivamente e, em consonância com outras mudanças, como por exemplo de posse da terra, de ampliação de mercados e de intensificação das trocas, daria lugar a um processo de compra com dinheiro (ouro), passando daí a um sistema monetário que resultaria mais tarde no sistema de acumulação de bens e riquezas, no surgimento de castas e classes, da divisão do trabalho, do trabalho assalariado e do capital, esse último com mecanismos e tecnologias “modernas”, viria a complexificar a ocorrência e possibilidades das trocas, resultando em certa medida no domínio e controle das pessoas e seus hábitos de consumo nas sociedades modernas. pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.subject família pt_BR
dc.subject economia familiar pt_BR
dc.subject sociedade pt_BR
dc.title A FAMÍLIA E A ECONOMIA FAMILIAR EM DIFERENTES CONTEXTOS SOCIAIS pt_BR
dc.type Produção técnica: Trabalhos técnicos pt_BR
dc.description.localpub Recife pt_BR


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